terça-feira, 25 de maio de 2010

Quando eu abri meus olhos não estava acreditando no que eu via ao meu arredor, uma sena tão horrível, e quando dei por mim a vi ela ali estirada no meu colo, seus olhos abertos e aquele azul que era tão vivo completamente apagado como um lago sombrio, sua pele sem vida, aqueles cabelos negros e lisos sobre minha perna, aquela boca roxa e seca como se não tivesse se hidratado há muito tempo e seu peito aberto com um corte profundo derramado em sangue, olhei minhas mãos também coberta de sangue nunca pensei que seria capaz de fazer algo tão horrível não conseguia me lembrar de nada vi uma faca no chão, quando de repente um clarão um movimento de pessoas de preto entrando no quarto me empurrando e apontando armas pro meu rosto e foi quando comecei a me lembrar do inicio.

Alguns meses atrás.

Numa pequena cidade ao sul do Brasil, próximo ao um lago lindo, tem um condomínio de pequenos sobrados amarelas a onde morava uma família simples composta, por um pai trabalhador dono um taxi que ganhava seu dinheiro sem prejudicar ninguém, ele era bastante conhecido pela sua barba ruiva e sua careca brilhante casado com uma esposa linda, uma grande dona de casa e uma ótima professora com belos cabelos loiros e olhos verdes como as folhas na primavera e esse simpático casal tinha um filho isolado e tímido seu nome Victor, um garoto de 17 anos, magrelo de estatura média cabelos cacheados e ruivos com óculos de armação grande em seu rosto e ficava a maioria do tempo isolado em seu quarto.
No seu quarto escuro Victor tenta se interagir com pessoas em um chat de relacionamento:
Ruivo. Diz: Ola
Gatinha_22. Diz: OI vc tem quantos anos?
Ruivo. Diz: 17
Gatinha_22. Diz: Nossa. Novinho, mas deve ser safadinho ^^
Victor fica sem ação ao ler a mensagem nunca tinha lido algo tão pervertido em sua vida não sabia o que escrever só tremia, quando sua porta se abriu:
_O Victor a janta ta pronta se você não se apressar eu vou come tudo.
Victor assustado desliga seu computador e responde ao seu pai:
_Ta barba ruiva to indo.
O pensamento de Victor estava longe se levantou e começou a conversar com ele mesmo ao descer as escadas:
_Nossa nunca alguém falo assim comigo, não estou preparado para isso vou voltar a estudar que eu ganho e essas garotas será que não tem nenhuma vergonha.
Ao chegar próximo a mesa Victor vê seu pai destruindo uma coxa de frango e acenando pra ele e dizendo:
_Victor meu filho vem aqui sente ao lado de seu pai e me conta como ta seus estudos pra faculdade, tem que se esforçar muito para se tornar um grande doutor.
Os olhos de Victor se ficção em seu pai com um ar de raiva, ele nunca sentiu paixão por medicina seu sonho é se tornar um escritor. Mas com um ar de ironia Victor responde:
_ Bem barba, também é a única coisa que eu sei fazer na minha vida e estudar.
A mãe de Victor percebe uma tristeza em seu filho segura em seu ombro e diz com um sorriso angelical:
_Filho não diga essas coisas, a mãe já penso em uma solução pra você faze algumas amizades, veio um professor de fora na escola e com um propósito de preparar os alunos para o futuro e eu te coloquei nesse curso.
Victor tira as mãos de sua mãe de seu ombro e responde enfurecido:
_ Você sabe muito bem que não consigo me dar bem com outras pessoas não vou conseguir faze uma amizade nunca na minha vida eu vou morrer sozinho sem ninguém pra fica ao meu lado.
A mãe dele tenta acalmá-lo:
_Mas filho nos estamos ao seu lado
Victor descontrolado grita:
_Mas vocês não vão estar aqui pra sempre.
De repente se ouve uma batida na mesa o pai de Victor larga a sua coxa de galinha e diz em tom alto:
_Victor vai pro seu quarto e leve sua comida, você esta fazendo eu perde meu apetite.
Victor nunca avia respondido o seu pai e essa não seria sua primeira vez, ele simplesmente pega seu prato abaixa a cabeça e sobe pro seu quarto.
A mãe dele fica sem ação olha para seu marido que não perdia a concentração em seu prato de comida, olha seu filho subindo as escadas e vai atrás dele.
Ao chegar ao quarto ela bate na porta e diz:
_ Filho me desculpa, mas pelo menos tenta por mim o curso começa amanha sedo se você quiser ir eu ti levo comigo ate a escola aonde eu trabalho.
Fica um silencio no ar ate que bem baixinho se ouve uma resposta:
_Ta mãe
Ela abriu um sorriso e disse:
_Ta amanha sedo eu te chamo. Te amo.
Com uma foz fraca Victor diz:
_Também te amo.

No dia seguinte.

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